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28/07 - Trilíngue ganha “Prêmio Recriar”

Os trabalhos “Jogo das Cores” e “Pinbal”, desenvolvidos a partir de objetos recicláveis pelos alunos Julia de Oliveira, da 5ª série e Leonardo Ciarini, da 6ª serie do Colégio Trilíngue Inovação, após serem classificados em primeiro e segundo lugar na etapa municipal, na categoria brinquedo recreativo, ganharam o segundo e o terceiro lugar, respectivamente, na etapa final do Prêmio Recriar. Para marcar a conquista, Júlia recebeu um micro system e Leonardo um aparelho MP4.

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A iniciativa, que busca fomentar a criação entre estudantes do estado de Santa Catarina é da Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte).  A exposição, referente à última fase do Prêmio, aconteceu nos dias 21 e 22 de julho, no Clube Recreativo Cultural em Xaxim, onde também foi feita a cerimônia de premiação. Em todas as etapas as criações foram julgadas por profissionais das áreas de educação artística e educação física.

Como forma de estimular a criatividade e contextualizar o reaproveitamento, o Colégio Trilíngue Inovação incentivou os alunos a criarem brinquedos com restos de objetos recicláveis. A atividade pedagógica foi desenvolvida durante as aulas de arte, oportunidade em que as turmas dos ensinos fundamental e médio mostraram como o material descartado diariamente pode ser reaproveitado e ganhar uma nova vida. Inicialmente, as obras produzidas foram analisadas dentro do Colégio por uma comissão de professores, que examinou os critérios propostos no edital do concurso e selecionou 25 delas para participar do concurso.

Estimular o perfil criativo de forma lúdica é uma política pedagógica do Colégio Trilíngue Inovação. Por isso, a Gestora da instituição é uma das incentivadoras desse tipo de processo de aprendizagem.  Ms. Gislaine Moreira Nunes Baez destaca que “transformar material reciclável em produtos reutilizáveis é uma ação de grande importância para que o meio ambiente possa ser preservado e a população viva em harmonia com a natureza.”

As notícias deste concurso escolar de criatividade no lazer estão no site www3.sol.sc.gov.br/fesporte. A final regional também premiou os criadores das obras classificadas em primeiro lugar de cada categoria com um computador.

20/07 - Você sabe o que o seu filho está fazendo?

O Colégio Trilíngue Inovação trabalha há mais de um ano para que os pais, ainda que muito ocupados com a rotina da vida profissional, possam acompanhar o desempenho escolar dos filhos. Para facilitar esta comunicação e permitir o acesso rápido às informações, sem que precisem se deslocar do trabalho, estão sendo utilizadas as mais modernas ferramentas da tecnologia.

Com base na análise de que o excesso de compromissos a serem administrados muitas vezes comprometem a atenção que os pais desejam e precisam dedicar aos filhos, o Colégio Trilíngue Inovação adotou a política pedagógica de mantê-los informados de todas as atividades realizadas dentro do colégio, bem como aquelas que são encaminhadas como tarefa extraescolar. O software da Instituição realiza envios de e-mails diariamente. Neles, constam notas de atividades e provas, afastamento do aluno de sala de aula ou do Colégio, comportamento diário, desempenho em atividades, horários de monitorias, conselho de classe, entre outros apontamentos importantes.

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Embora seja uma novidade para o cotidiano regional, esta metodologia tem gerado resultados positivos. De um lado, os pais estão diariamente envolvidos e informados sem precisarem se deslocar do ambiente de trabalho. De outro, os alunos são estimulados a manterem o foco nos estudos e ficarem distantes de atividades que possam prejudicar o desempenho escolar.

Estudiosos do comportamento humano analisam que o crescimento industrial e comercial exige o aumento da dedicação das famílias ao trabalho. Ocorre que o desenvolvimento econômico muitas vezes acontece em detrimento das relações familiares e acaba contribuindo com o aumento da criminalidade. A ausência dos pais pode deixar o caminho aberto para a evasão escolar, o que pode levar ao uso de drogas e o contato com pessoas de má índole.

Manter os pais informados e ativos é, portanto, um compromisso da instituição, que parte do princípio de que a boa formação de um filho é um projeto de vida para o qual é fundamental dispensar constante atenção. Esse planejamento pedagógico faz com que o resultado do aprendizado seja maior, uma vez que a instituição e as famílias trabalham juntas, focando numa completa educação que prepara os alunos para desempenharem um trabalho no mundo com maior apoio e segurança. Além do mais, o Colégio demonstra, na prática, a importância da inserção tecnológica para andar na velocidade do mundo, adotando o conhecimento da tecnologia como uma formação básica para a sociedade contemporânea.

As reuniões permanentes do Comitê Gestor de Pais também contribuem para melhorar a metodologia adotada pela instituição para o repasse das informações. Segundo a Gestora Ms. Gislaine Baez, “para que o colégio atinja os objetivos e os alunos alcancem o nível de formação desejada, a participação dos pais é importante. Por esta razão, o software do Colégio foi totalmente desenvolvido para contemplar a necessidade dos pais”.

06/07 - Literatura chapecoense é também material pedagógico

O gosto pela literatura é uma das políticas pedagógicas do Colégio Trilíngue Inovação que, para criar e incentivar este hábito, exige a leitura de oito livros anualmente. Para valorizar os escritores catarinenses, a bibliografia recomendada do terceiro bimestre incluiu o livro “Chapecó vista por um forasteiro”, do jornalista e escritor português, Torres Pereira, radicado neste município há mais de 20 anos. O autor esteve na Instituição no dia 19 de junho e ministrou animada palestra sobre a sua produção literária. A interação com os alunos continuou durante a sessão de autógrafos na tarde do dia 25 de junho, que permitiu uma aproximação ainda maior com os jovens leitores.

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Torres Pereira, que falou sobre a VI Semana do Escritor Chapecoense, realizada de 17 a 24 de junho, é autor de 16 livros publicados e atualmente exerce o cargo de presidente da ACHE (Associação Chapecoense de Escritores). A entidade inaugurou recentemente a sala e a galeria dos presidentes, localizada no piso superior do Mercado Público Regional e lançou a semana de incentivo à literatura local com o tema “Nossos Escritores em Nossas Escolas”.

A semana constitui um movimento que visa aproximar os escritores e leitores e proporcionar o intercâmbio cultural. Além de difundir a literatura, a iniciativa busca a valorização dos escritores e artistas do município. De acordo com o escritor, a partir do ano 2000, o número de livros de autores chapecoenses aumentou e, com isso, houve também o aumento de leitores. Uma das razões para este incremento são as campanhas criadas pela ACHE que sensibilizam e contribuem significativamente, preparando novas gerações de leitores. “A finalidade é engrandecer o cenário lítero-cultural do município”, frisou Torres.

O Trilíngue elegeu como uma das necessidades a leitura de quatro livros de língua portuguesa, dois de inglês e dois de espanhol por ano. Além de despertar o prazer de ler, o objetivo é enriquecer o vocabulário, melhorar a fluência verbal e a ortografia dos alunos. O Coordenador Pedagógico, Ms. Rudinei Frese saliente que cada livro está vinculado a uma prática paralela aos ensinamentos e trabalhos de aula, através de uma metodologia interdisciplinar.  

Já a Gestora do Colégio, Ms. Gislaine Moreira Nunes Baez salienta que a busca pela forma prática de aprendizado é uma maneira diferenciada de ensino adotada pelo Trilíngue. De acordo com ela, aproximar o aluno do criador da obra é uma forma de incentivar o interesse pelo trabalho do mesmo. “No caso de um escritor, estimula a leitura de suas obras”, assegura.

01/07 - Anunciados os vencedores do 1º Concurso de Contos de Mistério

Os vencedores do 1º Concurso de Contos de Mistério realizado entre alunos de 5ª série do Ensino Fundamental até 1º ano do Ensino Médio do Colégio Trilíngue Inovação foram anunciados no último dia 30 de junho. O Conto “Além do Crepúsculo”, do aluno Stephan Abs, foi classificado em primeiro lugar. Em segundo,“Mistérios da meia-noite”, de Luiza Scapinello da Silva, e, em terceiro, “A Caçada”,de Arthur Vivian.

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De acordo com o regulamento, para participar, os trabalhos deveriam ser inéditos, conter de 20 a 30 linhas e serem apresentados em envelope lacrado sob pseudônimo. Para a análise dos trabalhos, o júri formado por educadores e escritores da ACHE (Associação de Escritores de Chapecó), considerou, entre outros parâmetros, o uso da norma culta da língua portuguesa, a coerência do final do conto com a parte inicial, a estrutura dos elementos da narrativa, título e linguagem adequada ao tema.   

A iniciativa, que partiu de alunos da 5ª série, através do Clube de Leitura, objetiva estimular a criação literária e contribuir para a formação de leitores.  A gestora, Ms. Gislaine Baez lembra que a inscrição no concurso de contos não era obrigatória, mas os participantes mostraram-se capazes de ousar, acreditando na própria capacidade e assumindo um compromisso consigo mesmos diante do que pensam e sobre o que acreditam. “Esta iniciativa, somada futuramente a tantas outras experiências, os transformará em protagonistas de suas próprias histórias”, avalia.

Os três primeiros colocados foram anunciados em ato público na tarde do dia 30 de junho. Os vencedores são todos alunos da 6ª série e receberam Medalha de Honra ao Mérito. Os contos classificados podem ser lidos na íntegra neste site.

Conto produzido pelo aluno Stephan Abs, sob o pseudônimo Joseph Prince. 

Além do crepúsculo

Eram cinco da manhã. A brisa soprava lentamente enquanto o dia ainda estava por nascer. Robert naquele cemitério nojento, ao acaso, esperava o destino se revelar. Não tinha mais medo, alegria, tristeza nem dor. Percebeu o quanto o destino era cruel. Primeiro seus pais. Depois esposa, filhos, irmãos... Teve ódio. Ódio por não salvá-los. Ódio por existir.

Já eram seis horas. Logo à sua frente avistou um morrinho, no topo do qual havia uma macieira. Atrás dela observou o belo crepúsculo se estendendo ao horizonte. Aproximou-se. Pela primeira vez notou o tumulo abaixo dela.  Leu as inscrições: aqui jaz Jimald Rastr. Não precisava ler o resto para perceber que havia chegado ao túmulo certo. Deixou suas rosas caírem lentamente. Sentiu sua pulsação cair bruscamente. Desequilibrou-se e, para não cair, apoiou seu corpo na macieira. Então viu novamente o crepúsculo e imaginou se Jimald estaria em algum lugar do além.

Sete horas. Na entrada do cemitério vinham pessoas vestidas de preto. Carregavam um longo caixão adornado com pedras brilhantes. Passou-lhe a ideia de que um dia estaria em um caixão como aquele. Sentiu um friozinho que nem sequer seu pesado gibão de couro pode conter. Enquanto os mais vingativos espíritos descansavam em paz, ainda havia uma alma perturbada. Robert não estava a acreditar. Os espíritos, de um em um, saíam de seus caixões. Alguns vinham acorrentados, outros nus, mas todos com uma energia diabólica.

Oito horas. Cada alma indo em direção ao novo espírito, que podia correr, mas não se esconder. Para onde quer que fosse todos estavam lá, encarando-lhe severamente. Foi quando o alcançaram, já a lamentar e gritar. Mas seus gritos não podiam ser ouvidos, eram sufocados na imensidão do além. E como no mais belo som de uma lira, todos estavam a dançar. Andavam e voavam, pulavam e cantavam. Como que uma alma viva e sonolenta, Jimald espreguiçou-se lenta e vagarosamente. Robert não tinha mais forças, caiu na mais densa neve. Estava a sorrir. Estava sozinho, com frio, sem forças, arfando e indefeso, mas estava a sorrir. Sorrindo, jogado na neve, enquanto esperava seus entes queridos reencontrar.

                                                                                                Joseph Prince

Conto produzido pela aluna Luiza Scapinello da Silva, sob o pseudônimoAziul SAS. 

Mistérios da meia-noite

Estava eu voltando para casa. Era uma noite fria de junho, mas dava para ver muito bem as constelações no céu e parecia que elas tentavam me dizer que algo aconteceria. Passando pelo parque, nada se via, mas eu sentia que algo ou alguém me esperava na esquina. Estava a mais ou menos um metro da casa de madeira, que parecia um castelo abandonado esperando para um aventureiro passar. Atrás do arbusto estava um par de olhos me seguindo. Tentei passar o mais longe possível, mas quanto mais me afastava mais aparecia aquele rosto amedrontador, embora não desse para saber quem era ou o que era.

Quem era eu não sabia, mas era familiar. Passei correndo por aquela esquina. Estava com tanto medo que achei que seria melhor ir por um atalho, por uma rua de chão, mas já era tarde. E fui pela estrada. Cheguei mais rápido do que pensei no portão da minha casa, entrei e fui para o meu quarto. Não conseguia dormir naquela noite que parecia nunca acabar. Meia-noite em ponto. Ouvi algo batendo na janela, fui olhar e só vi a escuridão. De repente, vindo do nada, apareceu uma pessoa que mais parecia um borrão. Não vi mais nada. Sentia que aquilo estava sugando minha alma. E até eu não sentir mais nada aquele alguém não sumia. Então, caí no tapete felpudo que amorteceu a minha queda e só acordei na manhã seguinte.

Daquela noite em diante nunca mais esqueci aquela cena.  Nem os momentos mais felizes me faziam esquecer e fui vivendo com aquele vazio e aquela incerteza pelo resto da minha vida. O porquê daquela cena eu não sabia. Era muito complicado o que aconteceu, talvez até inexplicável como um sonho, ou melhor, um pesadelo que ninguém gostaria de falar, muito menos explicar. Mas o pior de tudo é que eu não sabia quem era ou o que era aquela imagem, aquele animal, coisa ou quem sabe pessoa que me fez aquele mal. Só de uma coisa eu sabia sobre aquilo: era mais um mistério que ninguém poderia desvendar.

  Aziul SAS

Conto produzido pelo aluno Arthur Vivian, sob o pseudônimo Braddock.

A caçada

Davi e Roberto tinham dezoito anos no ano de 1962. Os dois eram irmãos gêmeos e moravam em Cuiabá, capital do Mato Grosso. Há dois anos, Carlos, um grande amigo deles, os convidara para uma caçada no Pantanal.  Carlos era um caçador muito conhecido em Campo Grande, sua terra natal Ele tinha trinta e quatro anos de idade e vinte de experiência em caça. Com 14 anos de idade seu pai, que já falecera há algum tempo, ensinou-o a caçar.

Todas as vezes que Carlos, Davi e Roberto se encontravam, Carlos pedia se os dois queriam ir caçar, até que num desses dias os irmãos resolveram aceitar. Como a viagem entre Cuiabá e Campo Grande era muito longa, Davi e Roberto estavam muito cansados. Chegando lá, acomodaram-se na casa de caça de Carlos e logo perceberam que ele tinha muitos prêmios, como cabeças de animais e outros. Eles resolveram ver os prêmios num outro momento, pois estavam muito cansados.

No dia seguinte foram à caça. Voltaram com muita comida para o jantar daquela noite e para o almoço do dia seguinte. Como de costume, também trouxeram alguns prêmios e logo depois da janta dormiram. E assim foi por uma semana. Eles sempre estavam juntos e num dado momento pensaram um pouco e resolveram que deveriam usar uma técnica diferente. Quando amanheceu, saíram de casa para ir à caça novamente. Desta vez eles se separaram. Davi para um lado, Roberto para outro e Carlos para o outro.

Davi estava muito concentrado em um javali, mas de repente ouviu um tiro e logo em seguida um berro agonizante. Para certificar-se do que acontecia, ele saiu correndo em direção aos berros que não paravam. Quando chegou ao local onde achou ter ouvido o berro, encontrou seu irmão todo ensanguentado, deitado em cima de um animal. Em princípio não entendeu nada, mas logo percebeu que escandaloso do jeito que era, estava gritando de alegria por ter caçado o seu primeiro animal.

  Braddock

25/06 - Conscientização sobre os Direitos dos Animais.

Preocupado em fortalecer posturas éticas no convívio de todas as espécies do planeta, o Colégio Trilíngue Inovação trouxe para Chapecó, a palestra “Direitos dos Animais” com a Professora Drª. Renata Braga da Universidade Estácio de Sá, do Rio de Janeiro, que falou sobre o bem-estar social e a responsabilidade humana no relacionamento harmonioso com os animais de todas as espécies, através de uma palestra lúdica com jogos e brincadeiras. Na sequência, houve um debate com a equipe da APACHE (Associação Protetora dos Animais de Chapecó), que esclareceu os procedimentos para adoção de animais abandonados e trouxe juntamente três cachorrinhos como exemplo de tratamento. O evento ocorreu na última quinta-feira, às 16h nas dependências da instituição.

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A interferência humana no ecossistema do planeta, através da destruição indiscriminada das especiais animais, pode acarretar efeitos futuros imprevisíveis e até mesmo prejudiciais ao próprio homem. Desta forma, a proteção dos animais justifica-se não como um imperativo moral, mas como uma necessidade para a sobrevivência da humanidade.  Por esta razão é que os movimentos ambientalistas demonstram preocupação com a integridade do planeta e convidam as pessoas a exercitarem a compaixão pela terra.

Há muito tempo, os animais sofrem com torturas e descuidos. Enquanto que os domésticos são adquiridos apenas para satisfazer o conforto e a alegria humana e muitas vezes abandonados, o tráfico de animais silvestres prospera diante da tolerância social e segue a lógica implacável do mercado. Para serem retirados do seu habitat, os animais selvagens são torturados e submetidos a crueldades que objetivam adestrá-los. Estes comportamentos são inaceitáveis e devem ser corrigidos por todas as instituições que pretendem a formação de adultos éticos e comprometidos com a preservação.

Estas razões motivaram a instituição a realizar uma campanha de conscientização com os alunos. Além de despertar o apego, o cuidado, a preocupação e o sentimento humano desde cedo, a ideia é desenvolver um conceito coletivo na cidade de Chapecó, onde cada um tenha o conhecimento dos direitos dos animais, e consiga-se, através desta conscientização, diminuir os maus tratos dirigidos a eles. De acordo com a Gestora Ms. Gislaine Moreira Nunes Baez, através destas iniciativas, “estaremos colaborando com a construção de uma sociedade mais civilizada, que respeita o meio ambiente e demais espécies do planeta.”

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